The EAU (Peri)Menopause Protocol:
Aliviar sintomas &
Proteger o futuro da sua saúde
Um protocolo seguro e baseado em evidência científica para gerir a transição para a menopausa e otimizar a sua healthspan: o número de anos passados com a melhor saúde possível.
O nosso protocolo integrado inclui:
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Consultas individuais (1:1) com a nossa equipa clínica especializada
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Diagnósticos avançados: Análises clínicas detalhadas, densitometria óssea/composição corporal (DXA) e mais
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Tratamentos médicos personalizados: Terapêutica Hormonal de Substituição (THS) e tratamentos não hormonais
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Um plano personalizado com intervenções práticas de alto impacto na nutrição, exercício físico, sono e suplementação

Guiado pela experiência conjunta da Dra. Maria Luís Marques e de Nathan Gutz
Compreender a Menopausa
A menopausa marca o fim dos anos reprodutivos da mulher, ocorrendo tipicamente por volta dos 51 anos.
No entanto, a transição biológica que a antecede — a perimenopausa — pode começar já no final dos 30 ou no início dos 40 anos. Esta fase é caracterizada por flutuações hormonais prolongadas e imprevisíveis.
Incluindo a pós-menopausa, cerca de metade da vida de uma mulher pode ser vivida a lidar com um vasto conjunto de sintomas que podem ter um impacto significativo na qualidade de vida diária.

Comprovado pela medicina moderna
80% das nossas doentes sentem um alívio assinalável dos sintomas entre 2 a 4 semanas após o início do Protocolo.
Gestão de sintomas
& Otimização do perfil de risco
Com as opções médicas avançadas atualmente disponíveis, é possível aliviar de forma eficaz os sintomas da (peri)menopausa, com o benefício adicional de reduzir o risco a longo prazo de desenvolver doenças crónicas.
Sintomas
O reconhecimento de possíveis défices hormonais passa, de forma geral, pela identificação de sintomas específicos:*
Baixos níveis de progesterona: Podem causar ansiedade, irritabilidade e uma sensação de inquietação ou nervosismo, bem como dificuldade em adormecer e em relaxar ao final do dia.
Baixos níveis de estrogénio: Estão frequentemente associados a afrontamentos, alterações de humor e uma maior sensibilidade emocional, bem como suores noturnos e secura vaginal.
Baixos níveis de testosterona: Manifestam-se muitas vezes através de fadiga, dificuldade de concentração e uma diminuição da motivação ou iniciativa, além de fraqueza física e redução da libido.
*Os sintomas e a sua intensidade variam significativamente de pessoa para pessoa. As hormonas têm efeitos complexos, interligados e frequentemente sobrepostos.

Proteção a longo prazo
Quando iniciada dentro da “janela de oportunidade” crítica — normalmente antes dos 60 anos [1] ou perto do início da menopausa [2,3,4,6] — a Terapia Hormonal da Menopausa demonstrou melhorar o perfil de risco das mulheres no que diz respeito a:
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Mortalidade por todas as causas: Associada à redução da mortalidade global em mulheres pós-menopáusicas mais jovens [1,2].
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Saúde cardiovascular: Pode ajudar a retardar a progressão da aterosclerose [3] e a reduzir o risco de insuficiência cardíaca e enfarte do miocárdio [2,4].
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Saúde óssea: Contribui para a prevenção da perda de densidade óssea, da osteoporose e das fraturas associadas [5}.
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Saúde cerebral: Ajuda a preservar o metabolismo energético cerebral e poderá oferecer proteção contra alterações neurodegenerativas precoces associadas à doença de Alzheimer [6}.
Saúde da mulher e longevidade
De sobreviver à menopausa a prolongar a sua vitalidade.
Experiências de pacientes
"Após muitos anos de ansiedade, energia a zeros e aumento de peso, tinha desistido. Devido ao meu historial de saúde, foi-me recomendado apenas esperar que passasse.
Felizmente, cruzei-me com a EAU Clinic e conheci o seu protocolo de Menopausa. Senti-me compreendida de imediato. A equipa é incrivelmente amável, paciente e qualificada. Eles criaram um plano que se adapta à minha situação.
Pela primeira vez em anos, posso finalmente dizer que estou a começar a sentir-me eu própria novamente. Recomendo vivamente este protocolo a qualquer pessoa que esteja a passar pela menopausa."
— Paula B, 58
"Iniciei recentemente a minha transição para a perimenopausa e sabia que queria abordar esta fase de forma proativa para obter os melhores benefícios de proteção para a minha saúde. Estou muito impressionada com a equipa da EAU Clinic e com a sua abordagem analítica. Eles avaliam tudo ao detalhe, desde análises clínicas a exames de composição corporal, antes de criarem um plano personalizado para as nossas necessidades específicas. Além disso, guiam-nos em tudo o que vai além da parte hormonal, como a nutrição, os treinos e muito mais.
Voltei a desfrutar das coisas de que gostava e sinto-me novamente no meu auge, tanto na carreira como na família. Foi, sem dúvida, a melhor decisão que tomei."
— Anónimo, 46
FASE 01
A SUA BASELINE
Aliando uma tecnologia de ponta a biomarcadores essenciais, recolhemos um vasto volume de informação que nos permite tomar decisões de grande impacto no tratamento da menopausa. Ao mesmo tempo, conseguimos detetar precocemente as primeiras anomalias — que muitas vezes passam despercebidas — que poderiam comprometer a sua qualidade de vida ao longo do tempo.
Perfil de Sintomas
Uma vez que cada pessoa vivencia sintomas diferentes em perfis hormonais distintos, a sua experiência real das alterações da (peri)menopausa é essencial. Damos especial atenção à forma como as mudanças ao nível da energia, sono, cognição, humor, recuperação e desempenho físico influenciam o seu funcionamento diário. Estes sinais são interpretados em conjunto com os marcadores clínicos.
Painéis Sanguíneos
Analisamos o seu perfil hormonal completo para mapear a sua fase na transição da menopausa. Em paralelo, avaliamos o seu perfil lipídico e sinais precoces de disfunção metabólica, o que nos permite antecipar e reduzir de forma proativa o risco de doenças crónicas, décadas antes de estas impactarem o seu healthspan.

Composição Corporal
As alterações hormonais da (peri)menopausa aceleram o envelhecimento biológico, impulsionando mudanças rápidas na composição corporal e aumentando o risco de doenças crónicas. Para proteger os seus anos de vida saudável, utilizamos um exame DEXA de alta resolução para avaliar os pilares essenciais da longevidade:
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Gordura visceral: Gordura abdominal profunda para gerir os riscos de saúde a longo prazo.
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Densidade mineral óssea: Resistência esquelética para proteger proativamente contra a perda óssea.
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Massa muscular: Reservas musculares para salvaguardar o desempenho físico e a independência.
Rastreios Proativos da Saúde da Mulher
A sua segurança e saúde a longo prazo são a nossa prioridade. Seguimos rigorosamente as diretrizes nacionais de rastreio preventivo da saúde da mulher e de deteção precoce, garantindo um perfil de risco o mais favorável possível antes e durante qualquer otimização hormonal.
FASE 02
A ESTRATÉGIA
Sintetizamos toda a informação recolhida para elaborar o seu plano personalizado. Este pode incluir acompanhamento farmacológico direcionado, combinado com intervenções baseadas na evidência científica em longevidade, com o objetivo de prolongar o seu healthspan.
Terapia Hormonal da Menopausa
As intensas flutuações hormonais e os sintomas da perimenopausa podem ser geridos de forma eficaz com a Terapia Hormonal da Menopausa. Esta abordagem oferece várias opções para restaurar os níveis hormonais de forma segura e ajustada à faixa ideal.
Privilegiamos a utilização de estradiol transdérmico (em gel ou adesivo), combinado com progesterona micronizada por via oral. Derivadas de fontes vegetais naturais, estas hormonas são molecularmente idênticas às produzidas naturalmente pelo organismo.
Longevidade da Mulher
O alívio significativo dos sintomas da menopausa e os seus benefícios protetores abrem a oportunidade de expandir ainda mais o seu horizonte de saúde.
O nosso objetivo é identificar potenciais riscos de doenças crónicas e declínios de performance numa fase o mais precoce possível — décadas antes de surgirem sintomas clínicos. Uma vez que a doença se manifesta, a verdadeira janela de prevenção já se encontra frequentemente fechada.
Para maximizar tanto a longevidade (quanto tempo vive) como a qualidade de vida ao longo dos anos, exploramos uma área muitas vezes negligenciada da medicina: a longevidade baseada na evidência científica.
Nutrição: Otimizar a ingestão de nutrientes para preservar a massa muscular magra e apoiar a saúde a longo prazo.
Exercício físico: Equilibrar o treino de força (para combater a perda de massa muscular e densidade óssea) com o condicionamento cardiorrespiratório.
Sono: Dar prioridade à qualidade e estrutura do sono para maximizar a recuperação física e a saúde cognitiva.
Suplementação: Adotar uma abordagem personalizada e orientada por dados para colmatar necessidades nutricionais específicas.
FAQ
Qual é a melhor idade para começar a gerir a (peri)menopausa?
Não existe uma idade definida para iniciar a gestão da perimenopausa, uma vez que o início e a progressão desta transição variam de pessoa para pessoa.
O objetivo é identificar o momento certo para intervir. Isto começa com o reconhecimento de sinais precoces, como alterações no ciclo menstrual, no sono, no humor, nos níveis de energia, na função cognitiva ou na saúde da pele.
A ação precoce é importante para não perder a janela de oportunidade para um suporte e intervenção mais eficazes. Uma avaliação estruturada e personalizada com um especialista qualificado ajuda a determinar se, e quando, o acompanhamento ou tratamento é apropriado.
A terapêutica de substituição hormonal na menopausa causa cancro da mama e trombose?
A preocupação generalizada em torno da Terapia Hormonal da Menopausa tem origem num estudo de 2002 que foi posteriormente mal interpretado e que, entretanto, foi reavaliado à luz de evidência médica mais recente.
Este equívoco levou, infelizmente, a um retrocesso significativo na utilização adequada e na perceção da MHT ao longo de muitos anos.
Para uma análise mais detalhada dos dados clínicos, leia a nossa revisão completa aqui.
O que torna este protocolo diferente dos cuidados standard?
Este protocolo baseia-se numa visão de longevidade feminina: deteção precoce e prevenção. Vai muito além da gestão de sintomas, utilizando a transição da perimenopausa como uma oportunidade para otimizar a saúde a longo prazo e reduzir o risco futuro de doenças crónicas através de intervenções baseadas na evidência.
Recorremos a avaliações avançadas para criar um perfil de saúde multidimensional. A partir daí, desenvolvemos um plano de ação claro e personalizado.
Esta abordagem integrada e proativa é o que torna o protocolo único em Lisboa e, potencialmente, em Portugal, ao combinar a experiência médica com uma estratégia focada na longevidade, algo que raramente se encontra nos cuidados convencionais.
O que é a saúde metabólica e porque é que é importante?
Em termos simples, a saúde metabólica refere-se à capacidade do organismo de processar e utilizar a energia proveniente dos alimentos de forma eficiente, sem causar danos ao longo do tempo. Não se trata apenas de ter um peso saudável ou ser magro, mas sim da forma como as células gerem a glicose, a insulina e os lípidos (gorduras).
Pense no metabolismo como o motor do seu corpo. Quando existe uma boa saúde metabólica, os níveis de açúcar no sangue mantêm-se estáveis, o organismo responde eficazmente à insulina e os níveis de inflamação sistémica permanecem baixos.
Do ponto de vista da longevidade, uma saúde metabólica comprometida — como acontece na resistência à insulina — é um dos principais fatores associados ao desenvolvimento das doenças crónicas responsáveis pela maioria das mortes a nível mundial, incluindo as doenças cardiovasculares, o cancro, a diabetes tipo 2 e a doença de Alzheimer.
Se o objetivo é maximizar a longevidade com qualidade de vida, otimizar a saúde metabólica através da alimentação, do sono e do exercício físico é uma das estratégias mais eficazes disponíveis.
Referências
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Salpeter, S. R., Walsh, J. M., Greyber, E., Ormiston, T. M., & Salpeter, E. E. (2004). Mortality associated with hormone replacement therapy in younger and older women: a meta-analysis. Journal of General Internal Medicine (JGIM), 19(7), 791–804. (Evidence for: the definitive age threshold; hormone therapy significantly reduces all-cause mortality specifically in women under the age of 60).
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Schierbeck, L. L., Rejnmark, L., Tofteng, C. L., Stilgren, L., Eiken, P., Mosekilde, L., Køber, L., & Jensen, J. E. (2012). Effect of hormone replacement therapy on cardiovascular outcomes in recently postmenopausal women: randomised trial. BMJ (British Medical Journal), 345, e6409. (Evidence for: a significant reduction in total mortality and heart failure following 10 years of randomized treatment initiated early after menopause).
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Hodis, H. N., Mack, W. J., Henderson, V. W., Shoupe, D., Budoff, M. J., Hwang-Levine, J., Li, Y., Feng, M., Dustin, L., Knight-Saddler, L., Azen, S. P., & ELITE Research Group. (2016). Vascular effects of early versus late postmenopausal treatment with estradiol (ELITE). The New England Journal of Medicine (NEJM), 374(13), 1221–1231. (Evidence for: the underlying biological mechanism; early initiation significantly slows the progression of atherosclerosis, whereas late initiation shows no vascular benefit).
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Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis (MESA). (2026). Timing hypothesis of hormone replacement therapy and cardiovascular disease risk across diverse populations. American College of Cardiology (ACC) Journal Scan. (Evidence for: contemporary validation of the 'timing hypothesis' and its cardiovascular protective benefits across diverse patient populations).
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The 2022 Hormone Therapy Position Statement of The North American Menopause Society. (2022). Menopause: The Journal of The North American Menopause Society, 29(7), 767-794. (Evidence for: the official clinical consensus statement confirming that the benefit-risk ratio within the 'window of opportunity' is highly favorable for the prevention of bone loss).
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Mosconi, L., Berti, V., Dyke, J., et al. (2021). Menopause impacts human brain structure, connectivity, energy metabolism, and amyloid-beta deposition. Scientific Reports, 11(1), 10867. doi:10.1038/s41598-021-90084-y. (Evidence for: neuroimaging data confirming the critical midlife transition where oestrogen decline alters brain energy metabolism and accelerates amyloid-β deposition, particularly in APOE-4 carriers).
